"Eu queria ter-te beijado e não sei porque não o fiz.
Também não sei porque te digo isto.
E o pior de tudo é que te digo por mensagem.
Sou banalmente ridículo"
E nem mandei a porra da mensagem...
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
terça-feira, 4 de novembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Cantinhos
Quero um cantinho no mundo só meu.
Onde possa chorar sem que as pessoas se preocupem. Apenas passem por mim. Até podem olhar, mas de forma a que se perceba que no segundo a seguir irão apagar essa memória visual sem que se apercebam.
Seria um cantinho à sombra, onde correria aquela brisa capaz de transformar o calor abafado de uma tarde de Verão naquele fresquinho bom do princípio do Outono. Teria um degrau onde me sentar e deitar e o chão seria calçada, a de Lisboa.
E estaria então nesse meu canto tão sonhado. A chorar baba e ranho, que nem um desalmado. Deitaria-me a chorar no meu degrau. De repente, começaria a rir, rir, rir, como se nesse instante todo o riso de todas as pessoas estivesse em mim. E ali estaria eu, a rir aquilo que mais niguém podia rir naquele momento, a festejar, portanto, a tristeza de todos PUM! O olhar fixa o vazio da frente, o coração acelera, o pulmão pára e o cérebro desfaz-se em pedaços de vidro. Morri. Morri com toda a alegria do mundo. Literalmente.
Morri e fui para o céu. Não, isto não é o céu... Nem o inferno...
Ahahaha! Alegria! Morri e voltei para o meu canto. Riam comigo por favor! Eu morri e vim para onde sempre quis viver. Mas a sério. Riam. Riam até o vosso olhar fixar o vazio, até o coração acelarar, até o pulmão parar, até o cérebro desfazer-se em pedaços de vidro.
E aí, sejam bem vindos ao meu canto, não no mundo, mas na morte.
Onde possa chorar sem que as pessoas se preocupem. Apenas passem por mim. Até podem olhar, mas de forma a que se perceba que no segundo a seguir irão apagar essa memória visual sem que se apercebam.
Seria um cantinho à sombra, onde correria aquela brisa capaz de transformar o calor abafado de uma tarde de Verão naquele fresquinho bom do princípio do Outono. Teria um degrau onde me sentar e deitar e o chão seria calçada, a de Lisboa.
E estaria então nesse meu canto tão sonhado. A chorar baba e ranho, que nem um desalmado. Deitaria-me a chorar no meu degrau. De repente, começaria a rir, rir, rir, como se nesse instante todo o riso de todas as pessoas estivesse em mim. E ali estaria eu, a rir aquilo que mais niguém podia rir naquele momento, a festejar, portanto, a tristeza de todos PUM! O olhar fixa o vazio da frente, o coração acelera, o pulmão pára e o cérebro desfaz-se em pedaços de vidro. Morri. Morri com toda a alegria do mundo. Literalmente.
Morri e fui para o céu. Não, isto não é o céu... Nem o inferno...
Ahahaha! Alegria! Morri e voltei para o meu canto. Riam comigo por favor! Eu morri e vim para onde sempre quis viver. Mas a sério. Riam. Riam até o vosso olhar fixar o vazio, até o coração acelarar, até o pulmão parar, até o cérebro desfazer-se em pedaços de vidro.
E aí, sejam bem vindos ao meu canto, não no mundo, mas na morte.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Fim
Tudo tem um fim. Tudo. E começa-se algo sabendo disso à priori. O que não quer dizer que deixemos de o fazer apenas por sabermos que vai acabar. Não. Quer dizer apenas que, sim, deve-se começar, aproveitando enquanto dura.
Pode soar a frio, ou a cabrão mesmo, mas as coisas têm de acabar, para outras poderem começar. Temos que tirar todas as lições que aprendemos enquanto durou para quando outra coisa começar, podermos ter mais proveito enquanto essa nova coisa dura.
Não digo para esquecer, isso nunca, isso seria apagar as lições. Digo para termos uma noção de fim que a maior parte das pessoas entende erradamente.
Gostei, e ainda gosto, bastante de ti. E sabes que eu também estarei aqui para quando precisares... todos os meus amigos o sabem.
Pode soar a frio, ou a cabrão mesmo, mas as coisas têm de acabar, para outras poderem começar. Temos que tirar todas as lições que aprendemos enquanto durou para quando outra coisa começar, podermos ter mais proveito enquanto essa nova coisa dura.
Não digo para esquecer, isso nunca, isso seria apagar as lições. Digo para termos uma noção de fim que a maior parte das pessoas entende erradamente.
Gostei, e ainda gosto, bastante de ti. E sabes que eu também estarei aqui para quando precisares... todos os meus amigos o sabem.
Coragem
Para entrar em algo, e consecutivamente para sair de lá.
Para assumirmos aquilo que há de mais escondido em nós, que na verdade não está escondido porra nenhuma, nós é que não temos coragem para assumir o que realmente somos.
Para assumir que somos mais simples do que julgamos ser.
Para não nos refurgiarmos onde não devemos, apesar de saber préviamente que vai dar merda.
É realmente preciso coragem para uma porrada de coisas...
Sinceramente mais vale voltar ao plano inicial da bala da cabeça...
Acho que penso em demasia nas coisas, algumas pelo menos.
Vou atirar-me de cabeça, mesmo que a probabilidade de não me estatelar todo seja minima, e sabendo que se me estatelar fodo toda uma série de coisas que não eram nada agradaveis de foder? É claro que não me atiro porra! É claro que um gajo fraqueja!
Chamem-me paneleiro, fraco, pouco convicto das minhas ideias, etc.
Mas... sei lá!
Foda-se devia ser tudo mais fácil.
Mais... fácil.
Para assumirmos aquilo que há de mais escondido em nós, que na verdade não está escondido porra nenhuma, nós é que não temos coragem para assumir o que realmente somos.
Para assumir que somos mais simples do que julgamos ser.
Para não nos refurgiarmos onde não devemos, apesar de saber préviamente que vai dar merda.
É realmente preciso coragem para uma porrada de coisas...
Sinceramente mais vale voltar ao plano inicial da bala da cabeça...
Acho que penso em demasia nas coisas, algumas pelo menos.
Vou atirar-me de cabeça, mesmo que a probabilidade de não me estatelar todo seja minima, e sabendo que se me estatelar fodo toda uma série de coisas que não eram nada agradaveis de foder? É claro que não me atiro porra! É claro que um gajo fraqueja!
Chamem-me paneleiro, fraco, pouco convicto das minhas ideias, etc.
Mas... sei lá!
Foda-se devia ser tudo mais fácil.
Mais... fácil.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Opções...e algumas divagações...
Há que fazer opcções. E isto é um ponto acente. Não é opção não se fazer opções.
Ou lutas e vives ou desistes e morres, são opções. E quem fica entre estes dois, ou seja, quem vive sem lutar, mais valia que morressem. São fracos. Há para aí gente fraca.
Sim eu sei que a modéstia não é propriamente o meu ponto forte.
Agora que vejo bem a maioria dos meus pontos fortes são defeitos. Pelo menos tendo em conta a definição de defeito e qualidade da maioria das pessoas. O que para 98 vá 97% das pessoas é um defeitos para os restantes por cento pode ser exactamente o contrário... vou continuar assim. E cá está! Mais uma opção! Sim é claro que podem argumentar que é uma opção parva pois não mudei. Opinião válida. Ao que eu responderei: " sim mas a isto começa com a minha opção de avaliar as minhas qualidades e os meus defeitos a partir do meu ponto de vista. Pode parecer ser errado mas para mim e para a minha filosofia de vida (um pouco inexistente admitamos e o pouco que existe 30% é anarca e os outros 70% é parva) faz com que por vezes (a maioria delas admita-se) eu seja egoista. Cá está outro supostamente defeito. Divagueio. Reparo que já nem estou a responder aquela pessoa da opinião válida. E então? Estou-me pouco cagando para a opinião dessa pessoa, essa opinião é válida para ela para mim é zero. Pumba! Outro defeito! Contradigo-me. É giro contradizer-se.
Ou Nirvana ou Arctic Monkeys... depende do que se bebe... opções.
Ou lutas e vives ou desistes e morres, são opções. E quem fica entre estes dois, ou seja, quem vive sem lutar, mais valia que morressem. São fracos. Há para aí gente fraca.
Sim eu sei que a modéstia não é propriamente o meu ponto forte.
Agora que vejo bem a maioria dos meus pontos fortes são defeitos. Pelo menos tendo em conta a definição de defeito e qualidade da maioria das pessoas. O que para 98 vá 97% das pessoas é um defeitos para os restantes por cento pode ser exactamente o contrário... vou continuar assim. E cá está! Mais uma opção! Sim é claro que podem argumentar que é uma opção parva pois não mudei. Opinião válida. Ao que eu responderei: " sim mas a isto começa com a minha opção de avaliar as minhas qualidades e os meus defeitos a partir do meu ponto de vista. Pode parecer ser errado mas para mim e para a minha filosofia de vida (um pouco inexistente admitamos e o pouco que existe 30% é anarca e os outros 70% é parva) faz com que por vezes (a maioria delas admita-se) eu seja egoista. Cá está outro supostamente defeito. Divagueio. Reparo que já nem estou a responder aquela pessoa da opinião válida. E então? Estou-me pouco cagando para a opinião dessa pessoa, essa opinião é válida para ela para mim é zero. Pumba! Outro defeito! Contradigo-me. É giro contradizer-se.
Ou Nirvana ou Arctic Monkeys... depende do que se bebe... opções.
terça-feira, 1 de abril de 2008
" O importante é manter-se um homem"
Não sou homem o suficiente.
Apesar de sempre me dizerem que "o importante é manter-se um homem".
E olha que é preciso tê-los no sítio para se manter um homem.
Também é preciso tê-los no sítio para se manter sóbrio, porque " para estar sóbrio não basta só pensar em mim". hmm... Desculpe, é mais uma ginjinha por favor!
Apesar de sempre me dizerem que "o importante é manter-se um homem".
E olha que é preciso tê-los no sítio para se manter um homem.
Também é preciso tê-los no sítio para se manter sóbrio, porque " para estar sóbrio não basta só pensar em mim". hmm... Desculpe, é mais uma ginjinha por favor!
I get a kick out of you
I get no kick from champagne
Mere alcohol doesn't thrill me at all
So tell me why should it be true
That I get a kick out of you
Some get their kicks from cocaine
I'm sure that if I took even one sniff
That would bore me terrifically too
That I get a kick out of you
I get a kick every time I see you standing there before me
I get a kick though it's clear to me that you obviously do not adore me
I get no kick in a plane
Flying too high with some gal in the sky
Is my idea of nothing to do
But I get a kick out of you
I get no kick from champagne
Mere alcohol doesn't thrill me at all
So tell me why should it be true
That I get a kick out of you
Some get their kicks from cocaine
I'm sure that if I took even one sniff
That would bore me terrifically too
That I get a kick out of you
I get a kick every time I see you standing there before me
I get a kick though it's clear to me that you obviously do not adore me
I get no kick in a plane
Flying too high with some gal in the sky
Is my idea of nothing to do
But I get a kick
She gives me the boot
I get a kick out of you
Mere alcohol doesn't thrill me at all
So tell me why should it be true
That I get a kick out of you
Some get their kicks from cocaine
I'm sure that if I took even one sniff
That would bore me terrifically too
That I get a kick out of you
I get a kick every time I see you standing there before me
I get a kick though it's clear to me that you obviously do not adore me
I get no kick in a plane
Flying too high with some gal in the sky
Is my idea of nothing to do
But I get a kick out of you
I get no kick from champagne
Mere alcohol doesn't thrill me at all
So tell me why should it be true
That I get a kick out of you
Some get their kicks from cocaine
I'm sure that if I took even one sniff
That would bore me terrifically too
That I get a kick out of you
I get a kick every time I see you standing there before me
I get a kick though it's clear to me that you obviously do not adore me
I get no kick in a plane
Flying too high with some gal in the sky
Is my idea of nothing to do
But I get a kick
She gives me the boot
I get a kick out of you
Carta a Ti
Carta...
Não te garanto o futuro. Isso niguém te vai garantir. Apenas te garanto o presente e o que sinto neste presente. Vivo o presente com um futuro mutuo no pensamento. Quero senti-lo no corpo. Quero sentir e viver esse futuro... Mas por enquanto vou-me preocupar com o presente pode ser? Antes de pensar numa susana ou num Romeu, vamos antes viver uma Sara e um João pode ser? Isto obviamente não quer dizer que devemos parar de sonhar com este futuro maravilhoso, isto significa que antes do futuro há presente, aliás só há futuro se houver presente, logo vamos viver um João e uma Sara para depois pensar num Romeu e numa Susana. Olha que quatro. Provavelmente o mais belo quarteto de sempre. Um beijo... vá... dois.
10/03/2008
Não te garanto o futuro. Isso niguém te vai garantir. Apenas te garanto o presente e o que sinto neste presente. Vivo o presente com um futuro mutuo no pensamento. Quero senti-lo no corpo. Quero sentir e viver esse futuro... Mas por enquanto vou-me preocupar com o presente pode ser? Antes de pensar numa susana ou num Romeu, vamos antes viver uma Sara e um João pode ser? Isto obviamente não quer dizer que devemos parar de sonhar com este futuro maravilhoso, isto significa que antes do futuro há presente, aliás só há futuro se houver presente, logo vamos viver um João e uma Sara para depois pensar num Romeu e numa Susana. Olha que quatro. Provavelmente o mais belo quarteto de sempre. Um beijo... vá... dois.
10/03/2008
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Nostalgicamente feliz ( Parte 2 )
Não utilizei a palavra certa para descrever os nossos dias no post anterior, se me permites gostaria de trocar o monótono por rotineiro. Sim rotineiro é a expressão certa. É verdade que não são semre iguais, mas existe um principio base igual o que faz com as pequenas coisas diferentes sejam exactamente isso diferentes. Se não houvesse rotina, não existiria coisas diferentes.
Eu percebo. Por que é que achas que eu usava permanentemente aquele escudo? Olhar para mim deprimia-me, e não havia nenhum nós para onde pudesse olhar. Ainda hoje o utilizo. Tu sabes que sim. Mas a tua presença na minha vida, e o consequente nós, fez com que eu fizesse algo que nunca tinha feito. Baixei a guarda. Deixei que visses o meu deprimente eu, esse meu deprimente eu que conseguiste que se torna-se num...nostalgicamente feliz eu. Sim, tu mudaste esse eu, que tinha tanto medo olhar e mostrar. Percebo-te. Talvez mais do que tu pensas meu amor.
Mas apesar de tudo continuo com medo deste meu eu. Custa confiar apenas numa pessoa. É verdade que foi uma escolha que fiz, e que irei mantê-la, mas aprendi a não confiar totalmente em ninguém, até há seis meses atrás. A partir daí, aprendi a não confiar totalmente em niguém, excepto numa pessoa, numa pessoa que fez com que quebrrasse variadas promessas que fizera a mim próprio, uma pessoa que até o meu eu conseguiu mudar. Agora pergunto: não conseguirá essa pessoa ( que tanto me espantou e apaixonou ) olhar para si própria sem que lhe custe? Sei que devo estar a pedir demais. Desculpa. Desculpa estar a pedir aquilo que eu próprio consigo.
Termino aqui a parte do post que era dirigida a ti meu amor.
Um beijo*
Inicio agora a parte do post dirigida a mim:
"What else should I be . . . All apologies"
Eu percebo. Por que é que achas que eu usava permanentemente aquele escudo? Olhar para mim deprimia-me, e não havia nenhum nós para onde pudesse olhar. Ainda hoje o utilizo. Tu sabes que sim. Mas a tua presença na minha vida, e o consequente nós, fez com que eu fizesse algo que nunca tinha feito. Baixei a guarda. Deixei que visses o meu deprimente eu, esse meu deprimente eu que conseguiste que se torna-se num...nostalgicamente feliz eu. Sim, tu mudaste esse eu, que tinha tanto medo olhar e mostrar. Percebo-te. Talvez mais do que tu pensas meu amor.
Mas apesar de tudo continuo com medo deste meu eu. Custa confiar apenas numa pessoa. É verdade que foi uma escolha que fiz, e que irei mantê-la, mas aprendi a não confiar totalmente em ninguém, até há seis meses atrás. A partir daí, aprendi a não confiar totalmente em niguém, excepto numa pessoa, numa pessoa que fez com que quebrrasse variadas promessas que fizera a mim próprio, uma pessoa que até o meu eu conseguiu mudar. Agora pergunto: não conseguirá essa pessoa ( que tanto me espantou e apaixonou ) olhar para si própria sem que lhe custe? Sei que devo estar a pedir demais. Desculpa. Desculpa estar a pedir aquilo que eu próprio consigo.
Termino aqui a parte do post que era dirigida a ti meu amor.
Um beijo*
Inicio agora a parte do post dirigida a mim:
"What else should I be . . . All apologies"
sexta-feira, 29 de junho de 2007
Nostalgicamente feliz
Antes de mais uma prévia explicação: a letra anterior não tem nenhuma relação com o que sinto.
Visto isto este post começa aqui:
Apesar de tudo, de todos os quilómetros, de todos os minutos, de todos os dias que me fazem ficar longe de ti, tudo o que sinto por ti não esmoreçeu. Sei que tenho andado calado, mas se te dou o meu silêncio é porque gosto de ti. Eu sou dou o meu silêncio às pessoas que gosto, porque às outras mando-as simplesmente à merda. Tenho andado cansado, esta escola cansa-me. Sei que não é desculpa rigorosamente nenhuma, tu ainda ontem ficaste até às quatro e pouco a estudar e mesmo assim arranjas forças para me aturar. Devo dizer que és uma mulher de forças. Mesmo estando na merda tu puxas-me para cima. Realmente é incrivel como o consegues. Acho que sei como fazes isso, pelo menos em parte. Pões-te em segundo plano, pondo os outros em primeiro. Queres a minha opinião sobre isso? Não o devias fazer. Não podes abdicar de ti para puxares os outros. sê um pouco egocêntrica. Não digo para deixares de puxares os outros, não( estava bem arranjado eu se fizesses isso) apenas digo que de vez em quando devesses olhar mais para ti e menos para os outros. Parecendo que não preocupo-me contigo. Parecendo que não eu gosto realmente de ti. Parecendo que não sinto a falta de jantar nas mesas de ferro dos aliados, do parque da correr que nem criança no parque da cidade, de acordar em gaia e prevêr quantos minutos faltam até à batalha. Parecendo que não sinto falta do nosso dia-a-dia, por mais monótono e pouco movimentado que seja.Parecendo que não... Amo-te
Visto isto este post começa aqui:
Apesar de tudo, de todos os quilómetros, de todos os minutos, de todos os dias que me fazem ficar longe de ti, tudo o que sinto por ti não esmoreçeu. Sei que tenho andado calado, mas se te dou o meu silêncio é porque gosto de ti. Eu sou dou o meu silêncio às pessoas que gosto, porque às outras mando-as simplesmente à merda. Tenho andado cansado, esta escola cansa-me. Sei que não é desculpa rigorosamente nenhuma, tu ainda ontem ficaste até às quatro e pouco a estudar e mesmo assim arranjas forças para me aturar. Devo dizer que és uma mulher de forças. Mesmo estando na merda tu puxas-me para cima. Realmente é incrivel como o consegues. Acho que sei como fazes isso, pelo menos em parte. Pões-te em segundo plano, pondo os outros em primeiro. Queres a minha opinião sobre isso? Não o devias fazer. Não podes abdicar de ti para puxares os outros. sê um pouco egocêntrica. Não digo para deixares de puxares os outros, não( estava bem arranjado eu se fizesses isso) apenas digo que de vez em quando devesses olhar mais para ti e menos para os outros. Parecendo que não preocupo-me contigo. Parecendo que não eu gosto realmente de ti. Parecendo que não sinto a falta de jantar nas mesas de ferro dos aliados, do parque da correr que nem criança no parque da cidade, de acordar em gaia e prevêr quantos minutos faltam até à batalha. Parecendo que não sinto falta do nosso dia-a-dia, por mais monótono e pouco movimentado que seja.Parecendo que não... Amo-te
Força ( uma página de história) # bem sei que ultimamente me tenho virado muito para Da Weasel...
Tás a sentir
Uma página de história,
Um pedaço da tua glória
Que vai passar breve a memória
Estamos no pico do Verão
Mas chove por todo o lado
Levo uma de cada e já estou bem aviado
Então cuspo directo no caderno
Rimas saídas do inferno
Que passei à tua pála
Num tempo que pareceu eterno
Mas já tou de cara lavada,
Tenho a casa arrumada
Lembraça apagada de uma vida quase lixada
Dou um passeio na praia
E sou atacado pelos clones
São tantos e iguais
Sem contar com os silicones
Olho para o céu
Mas toda a gente foi de férias
Apetece-me gritar até rebentar as artérias
Flashback instantâneo
Prazer momentâneo
Penso em ti
Até que bate duro no meu crâneo
Toda a dor, toda a raiva, todo o ciúme, toda a luta
Toda a mágua e pesar, toda a lágrima enxuta
Alieno como posso
Não posso encher a cabeça
Não há dinheiro, nem amor
Nem vontade que o mereça
Não vou pensar de novo
Vou-me pôr novo
Neste dia novo
Estreio um coração novo
Visto-me de branco
Bem alegre no meu luto
Saio para a rua
Mais alegre que um puto
Acredita que custou
Mas finalmente passou
E no final do dia foi só isto que restou
Respiro fundo e lembro-me da força
Que guardo dentro do meu corpo
Espero que ela ouça
Todo amor deste mundo
Perdido num segundo
Todo o sorriso transformado
Num olhar apagado
Toda a fúria de viver
Afastada do meu ser
Até que um dia acordei
E vi que estava a perder
Toda a força que cresceu
Na vida que deus me deu
Uma vontade de gritar bem alto
O meu amor morreu
Todo o mundo há-de ouvir
Todo o mundo há-de sentir
Tenho a força de mil homens
Para o que há-de vir
Vai haver um outro alguém
Que me ame e trate bem
Vai haver um outro alguém
Que me ouça também
Vai haver um outro alguém
Que faça valer a pena
Vai haver um outro alguém
Que me cante este poema
Letra de : Carlos ( Pac Man ) Nobre
Uma página de história,
Um pedaço da tua glória
Que vai passar breve a memória
Estamos no pico do Verão
Mas chove por todo o lado
Levo uma de cada e já estou bem aviado
Então cuspo directo no caderno
Rimas saídas do inferno
Que passei à tua pála
Num tempo que pareceu eterno
Mas já tou de cara lavada,
Tenho a casa arrumada
Lembraça apagada de uma vida quase lixada
Dou um passeio na praia
E sou atacado pelos clones
São tantos e iguais
Sem contar com os silicones
Olho para o céu
Mas toda a gente foi de férias
Apetece-me gritar até rebentar as artérias
Flashback instantâneo
Prazer momentâneo
Penso em ti
Até que bate duro no meu crâneo
Toda a dor, toda a raiva, todo o ciúme, toda a luta
Toda a mágua e pesar, toda a lágrima enxuta
Alieno como posso
Não posso encher a cabeça
Não há dinheiro, nem amor
Nem vontade que o mereça
Não vou pensar de novo
Vou-me pôr novo
Neste dia novo
Estreio um coração novo
Visto-me de branco
Bem alegre no meu luto
Saio para a rua
Mais alegre que um puto
Acredita que custou
Mas finalmente passou
E no final do dia foi só isto que restou
Respiro fundo e lembro-me da força
Que guardo dentro do meu corpo
Espero que ela ouça
Todo amor deste mundo
Perdido num segundo
Todo o sorriso transformado
Num olhar apagado
Toda a fúria de viver
Afastada do meu ser
Até que um dia acordei
E vi que estava a perder
Toda a força que cresceu
Na vida que deus me deu
Uma vontade de gritar bem alto
O meu amor morreu
Todo o mundo há-de ouvir
Todo o mundo há-de sentir
Tenho a força de mil homens
Para o que há-de vir
Vai haver um outro alguém
Que me ame e trate bem
Vai haver um outro alguém
Que me ouça também
Vai haver um outro alguém
Que faça valer a pena
Vai haver um outro alguém
Que me cante este poema
Letra de : Carlos ( Pac Man ) Nobre
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Casa ( vem fazer de conta )
Era tudo quando ela me dizia,
"Bem vindo a casa", com uma voz bem calma,
Acabado de entrar, pensava como reconforta a alma
nunca tão poucas palavras tiveram tanto significado
e de repente era assim, do nada, como um ser iluminado
e tudo fazia sentido, respirar fazia sentido, andar fazia sentido,
todo o pequeno promenor e pensamento perdido
era isto que realmente importava,
Não qualquer outro tipo de gratificação,
não o quanto se ganha,
não o que dizem de nós, não, não, não,
um novo carro, uma boa poupança,
nem sequer a familia, ou a tal aliança - nada...
Apenas duas palavras, e um artigo,
formavam a resposta universal
a minha pedra filosofal
Seguia para dentro do noso pequeno universo
Um pouco dispers - pronto a ser submerso
Naquele mar de temperartura amena que a minha pequena abria para mim sempre tranquila e serena...
Tento ter a força para levar o que é meu
Sei que às vezes vai um pouco de nós
Devo concordar que às vezes falta-nos a razão
Mas nego que há razões para nos sentirmos tão sós
Vem fazer de conta eu acredito em ti
Estar contigo é estar com o que julgas melhor
Nunca vamos ter o amor a rir para nós
Quando queremos nós ter um sorriso maior
Bem vindo a casa dizia quando saia de dentro dela
O bonito paradoxo inventado por aquela dama bela
Em dias que o tempo parou, gravou, dançou,
não tou capaz de ir atrás, mas vou
porque sou trapalhão, perdi a chave e já nem sei bem o meu caminho
nestes dias difusos em que ando sozinho e definho
à procura de uma casa nova do caixão até à cova
o percurso é duro em toda a linha, sempre à prova
o calor é um alimento que eu preciso
o amor é apenas um constante aviso
se sabes que eu não vivo dessa forma
tu sabes que nãp vivo dessa forma
Por isso escrevo na esperança que ela ouça o meu pedido
de desculpas
de Socorro
de abrigo
não consigo ver uma razão para continuar a viver sem a felicidade do meu lar
do meu lar
da minha casa, doce casa, já ouviram falar?
É o refugio de uma lulher que deus ousou criar
Com o simples e único proposito de me abrigar
Não vejo a hora de voltar lá para dentro, faz frio cá fora
Faz tanto frio cá fora, que já não vejo a hora...
By: Carlos ( Pac Man ) Nobre ;
Embora me reveja em partes desta música não me revejo na sua totalidade como é óbvio. É apenas mais uma letra de Pac Man que roça o genial.
"Bem vindo a casa", com uma voz bem calma,
Acabado de entrar, pensava como reconforta a alma
nunca tão poucas palavras tiveram tanto significado
e de repente era assim, do nada, como um ser iluminado
e tudo fazia sentido, respirar fazia sentido, andar fazia sentido,
todo o pequeno promenor e pensamento perdido
era isto que realmente importava,
Não qualquer outro tipo de gratificação,
não o quanto se ganha,
não o que dizem de nós, não, não, não,
um novo carro, uma boa poupança,
nem sequer a familia, ou a tal aliança - nada...
Apenas duas palavras, e um artigo,
formavam a resposta universal
a minha pedra filosofal
Seguia para dentro do noso pequeno universo
Um pouco dispers - pronto a ser submerso
Naquele mar de temperartura amena que a minha pequena abria para mim sempre tranquila e serena...
Tento ter a força para levar o que é meu
Sei que às vezes vai um pouco de nós
Devo concordar que às vezes falta-nos a razão
Mas nego que há razões para nos sentirmos tão sós
Vem fazer de conta eu acredito em ti
Estar contigo é estar com o que julgas melhor
Nunca vamos ter o amor a rir para nós
Quando queremos nós ter um sorriso maior
Bem vindo a casa dizia quando saia de dentro dela
O bonito paradoxo inventado por aquela dama bela
Em dias que o tempo parou, gravou, dançou,
não tou capaz de ir atrás, mas vou
porque sou trapalhão, perdi a chave e já nem sei bem o meu caminho
nestes dias difusos em que ando sozinho e definho
à procura de uma casa nova do caixão até à cova
o percurso é duro em toda a linha, sempre à prova
o calor é um alimento que eu preciso
o amor é apenas um constante aviso
se sabes que eu não vivo dessa forma
tu sabes que nãp vivo dessa forma
Por isso escrevo na esperança que ela ouça o meu pedido
de desculpas
de Socorro
de abrigo
não consigo ver uma razão para continuar a viver sem a felicidade do meu lar
do meu lar
da minha casa, doce casa, já ouviram falar?
É o refugio de uma lulher que deus ousou criar
Com o simples e único proposito de me abrigar
Não vejo a hora de voltar lá para dentro, faz frio cá fora
Faz tanto frio cá fora, que já não vejo a hora...
By: Carlos ( Pac Man ) Nobre ;
Embora me reveja em partes desta música não me revejo na sua totalidade como é óbvio. É apenas mais uma letra de Pac Man que roça o genial.
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